The White Queen – 3º Episódio

The.White.Queen

Desesperada para promover a reivindicação de seu filho ao trono, Margaret Beaufort se junta a rebelião de Warwick contra Eduardo. A rebelião falha e os traidores devem correr para salvar suas vidas. Jasper Tudor foge para o exílio, enquanto Warwick e George embarcam para a França. Elizabeth e Jacquetta recorrem à bruxaria para detê-los, mas é Isabel quem será castigada.

Quão triste esses Lancaster e Yorks são. Problemas do script à parte, o que falta em The White Queen é um personagem que tem qualquer diversão. O episódio três geme, se preocupa, trama, com algumas tragédias de parto para realmente tirar o brilho do seu dia.

Não muito tempo depois dos acontecimentos angustiantes do passado, ou seja, com o rei Eduardo IV (Max Irons) mantido em cativeiro por seu primo, o Conde de Warwick (James Frain) que está tentando tirar o trono de suas mãos. Eduardo é arrogante e grandioso, insistindo para que Warwick chame-o se Sua Graça e rindo condescendente sobre o plano para convencer o Parlamento de que seu mal-humorado irmão mais novo, George, deve ser rei. Apesar de tudo, George não chega a ser rei porque o real irmão caçula. Ricardo (Aneurin Barnard) convence a todos que ele é de fato um partidário de Eduardo e, assim, o rei legítimo volta para os braços de sua amada rainha, Elizabeth (Rebecca Ferguson) para onde ele espera governar um pouco mais e conquistar a paz.

Parece que em apenas um dia Warwick e George cavalgaram juntos sorrindo sobre a rebelião, só para voltar para casa com as mãos abandando murmurando sobre Eduardo e seus partidários estúpidos. É claro que o período de tempo entre os eventos históricos é artificialmente encurtado pelo drama, que corre ofegante à rebelião de batalha e volta. O efeito é cansativo e distante. Há pouca oportunidade para se investir em um enredo, porque ele acaba rapidamente.

Elizabeth também foi confinada enquanto o marido estava preso; na Torre de Londres com sua mãe e seus filhos e o rei deposto, Henrique VI. Ela não quer mais nada do que o retorno de seu amado, e quando ele retorna, Elizabeth só quer saber de uma vingança sangrenta. Entretanto, Eduardo prefere o amor do que a guerra, e por isso quer perdoar a traição de Warwick, conceder-lhe mais títulos e influência e até mesmo entregar a princesa real mais velha para a família de Warwick por meio de casamento. Nunca Elizabeth foi tão furiosa com o rei galante, que responde secamente: ‘Enquanto eu for Rei da Inglaterra, eu darei a minha filha em casamento para quem eu quiser’.

Houve algumas dúvidas sobre Jasper falar para sua ex-mulher, Margaret, para trair seu próprio irmão. Ela mente dizendo que ele foi escolhido por Deus para levantar um exército para ajudar o rei prisioneiro, Henrique, mas na realidade, é para oferecer uma distração enquanto ele é morto. Mais uma vez, nada ocorre como planejado e Warwick e George embarcam para França. A filha de Warwick, Isabel, está grávida mas é forçada a ir a bordo do navio para França, o que claramente não é uma boa idéia. Elizabeth e Jacquetta recorrem à bruxaria para detê-los, mas é Isabel quem será castigada.

A tempestade provocada pela magia deixa os poderes de Elizabeth um pouco fora de mão, transformando-a em uma mágica vidente dos elementos. É um desequilíbrio confuso e prejudica as conexões traçadas entre ela e as rivais para o trono. É como se ela tivesse saído das páginas de X-Men – não é uma luta justa.

Sobre o assunto de igual para igual, Margaret Beaufoty mostrou-se ser tão boa quanto Warwick para tramar esta semana, afetando e manipulando o marido para compor um exército para seu irmão, agora eviscerado. A verdade é mais estranha que a ficção. O irmão de Margaret não era Richard Welles (que Eduardo de fato matou) ele era John Welles, um Visconde, e longe de morrer nas mãos de Eduardo, ele acabou se casando com sua filha, Cecily. Mas não vamos permitir que a verdade fique no caminho de uma boa história, ou no ato de criar um mártir.

A maioria das mulheres em The White Queen tiveram alguns momentos ‘se nós tivéssemos nascido homens’ até agora, mas os de Margaret são os mais convincentes. Ela é um soldado, diz Jasper. Ela mesma cortaria a cabeça de Eduardo. Sua personagem é fascinante e Amanda Hale, assim como Rebecca Ferguson, é uma atriz cativante.

O que decepciona é a continuação da repetição de acontecimentos óbvios que já tinham acontecido no episódio anterior. Neste, o contexto é introduzido por uma carta que então é recapitulada imediatamente pela primeira pessoa que apareça na cena seguinte. A cada dois segundos chega uma missiva: ‘Henrique perdeu o título’, ‘George e Warwick se rebelaram’, ‘Jasper fugiu’. Talvez salvaria um pouco mais de tempo se a BBC lançasse todas as cartas em um tipo de um … livro.

Fontes: Den of Geek, Seriable, Influx Magazine, Heroes and Heartbreakers e Huffington Post.

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Um comentário sobre “The White Queen – 3º Episódio

  1. “Houve algumas dúvidas sobre Jasper falar para sua ex-mulher, Margaret, para trair seu próprio irmão.” Jasper nao era marido de Margaret…

    Eu fiquei com tanta dó da Isabel no parto e da Anne Neville que teve que fazer o parto….:(

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