As muitas amantes do rei Henrique VIII

A maioria dos casamentos reais eram um ato de dever e não de amor, e a maioria desses casamentos eram feitos para formar alianças com outros países e famílias. Os reis eram muito propensos a terem amantes durante o casamento para terem o prazer (e às vezes o amor) que estava faltando em sua esposa, e é importante notar que o papel de uma amante real era, em muitos aspectos, mais cobiçados do que o papel de rainha. Apesar de todos os envolvidos nesses casos terem tentando manter relações discretas, fofocas e rumores se espalhavam como fogo na corte do, de modo que os casos do rei nem sempre eram um assunto privado. Especialmente quando filhos ilegítimos estavam envolvidos. É impossível saber com certeza quantos filhos ilegítimos Henrique VIII tinha, e nem quantas amantes ele realmente teve. Muito pouco se sabe sobre suas amantes, mas sobreviveram alguns nomes e informações básicas. Segue abaixo as mulheres que foram alvos de rumores de serem amantes do rei:

Anne Hastings [1510]

Em maio de 1510, Henrique VIII supostamente teve um desvio do leito conjugal de Catarina de Aragão, tendo um caso com Anne, Lady Hastings, uma irmã de Eduardo Stafford, Duque de Buckingham. Na verdade, livro após livro afirma categoricamente que Anne foi amante de Henrique, pelo menos por um curto período de tempo. Não há muita informação sobre esta relação, e há dúvidas se o caso realmente aconteceu. De qualquer modo, a associação de Anne com o rei foi a causa de muito escândalo na Corte. Ana havia recentemente se casado com George Hastings, e em 1510 seu marido ficou tão furioso – provavelmente com seu caso com o rei – que mandou-a para um convento.

O caso de Henrique VIII com Anne Hastings foi mais explorado neste artigo.

Étienette de la Baume [1513]

Étienette de la Baume era uma mulher flamenga, dama de companhia na Corte de Margarida da Áustria, Duquesa de Sabóia de regente dos Países Baixos. Aparentemente, Étienette chamou a atenção do rei Henrique VIII em sua visita a Inglaterra em 1513. Em 1514, quando ela estava prestes a se casar com Ferdinand de Neufchatel, ela enviou ao rei inglês ‘um pássaro e algumas raízes de grande valor’, e escreveu  lembrou-o do encontro que os dois tiveram. ‘Você me falou muitas coisas bonitas’, ‘e quando partimos em Tournai, você me disse, quando eu casar, para lhe contar e que isso me valeria dez mil coroas’. Não é conhecido se Henrique mandou ou não o presente, e também não se sabe com certeza se Étienette foi brevemente sua amante ou foi simplesmente alguém com quem ele flertou.

Jane Popincourt [1514]

Foi a primeira amante de Henrique VIII. Era francesa e já havia servido como dama de companhia das rainhas de Luís XII e Francisco I. Jane chegou à Corte inglesa para ensinar francês a Princesa Margaret e a Princesa Maria. Quando ela chegou, a Inglaterra era governada por Henrique VII, que morreu pouco tempo depois.

Quando Henrique VIII se tornou rei da Inglaterra em 1509, ela prontamente se tornou uma dama de compania de Catarina de Aragão. Quando Maria Tudor estava se preparando para partir para a França para casar-se com Luís, ela escreveu uma lista de damas que ela desejava levar com ela. A única mulher que Luís se recusou a aceitar foi Jane, porque ela esteve envolvida em uma relação com o Duc de Lougueville, que era oficialmente um prisioneiro na Inglaterra mas que era tratado mais ou menos como um embaixador – uma de suas principais tarefas era garantir o casamento entre a Princesa Maria e Luís.  O rei francês descreveu-a como ‘uma mulher imoral’. No entanto, existem poucas evidências sobre qualquer conduta escandalosa que ela pudesse ter com o Duc de Longueville. Jane, portanto, permaneceu na Inglaterra.

O romance com o Duque francês danificou seriamente sua reputação – tem-se especulado que ela estava com mais de vinte anos e ainda solteira. O Duque voltou para a frança e Jane ficou para trás. Com a reputação manchada, Jane não era muito popular com os cortesãos franceses. Foi em 1514 que começaram a circular rumores do seu caso com o rei Henrique VIII começou.  Embora pouco se sabe sobre esta relação, que parece ser bastante breve. Em 1516, Jane voltou para a França e é provável que continuou seu caso com o Duc.  Ela recebeu um presente de despedida em dinheiro de Henrique quando voltou para a França.

Elizabeth Blount [1514-1519]

A mais conhecida amante de Henrique VIII, Bessie Blount foi provavelmente o primeiro amor extra-conjugal do rei. Mais bonita do que Ana Bolena ou qualquer das outras esposas e amantes do rei, a beleza e os encantos de Bessie garantiram um lugar na corte como uma das damas de Catarina de Aragão. Poucos meses depois, ela foi a parceira de danças do rei e passou a ter maior influência sobre o rei, para grande desespero de Catarina de Aragão.

Foi o caso mais longo do rei: durou cinco anos, e em 1519 ela daria à luz a um filho do rei, Henrique Fitzory. Como sinal de sua importância, o Cardeal Wolsey foi nomeado seu tutor e padrinho. Pouco tempo depois, Bessie foi suplantada por outras mulheres, mas sua importância foi vital a dar Henrique VIII a chance de provar ao mundo de que ela era capaz de produzir um filho saudável.

Elizabeth Bryan [1514]

Elizabeth Bryan/Carew era uma cortesã inglesa, filha de Sir Thomas Bryan e Margaret Bouyrchier. Ela se tornou a esposa de um amigo próximo de Henrique VIII, Sir Nicholas Carew – um influente estadista que acabaria por ser executado. Elizabeth era uma prima de segunda grau de Ana Bolena e Jane Seymour, o que aumentou sua posiçao na corte. Ela também alegou ter sido amiga de Bessie Blount, amante de Henrique VIII. Em 1514, houve rumores de que a própria Elizabeth era amante de Henrique VIII.

Nos primeiros momentos de seu reinado, Elizabeth e seu marido eram membros do círculo social do rei e faziam parte de mascaradas e danças. Henrique quase certamente arranjou seu casamento: além de participar da cerimônia, ele lhe deu terrenos e regou a senhora Carew com ‘belos diamantes, pérolas e inúmeras jóias’.

Maria Bolena [1519? – 1525 ?]

Maria Bolena voltou da França para a Inglaterra em 1519. No ano seguinte, ela se casaria com William Carey, com a presença do rei. Em 2 de março de 1522, houve uma justa que teve como tema um amor não correspondido do rei. Henrique cavalgou em um cavalo decorado com um coração ferido e usado o lema “elle mon coeur a navera” (‘ela feriu meu coração’).

Não se sabe quando o caso de Maria Bolena com o rei começou ou terminou. Pode ter sido antes ou depois de seu casamento, enquanto ela estava na corte, e também não é totalmente claro quanto tempo o caso durou. A crença é que o caso de Maria com o rei terminou algum tempo antes do nascimento de Henrique Carey, em março 1526,  por isso alguns historiadores duvidam que era filho do rei, embora não existam evidências contemporâneas de que qualquer filho de Maria fosse do rei. Curiosamente, o caso não foi divulgado e Maria nunca teve a fama, riqueza e poder que a amante mais famosa de Henrique, Bessie Blount, tinha apreciado.

Elizabeth Amadas [1520]

Em 1520, houve rumores que Elizabeth Amadas, esposa de Robert Amadas, era amante do rei Henrique VIII. Dizia-se que o rei lhe escrevia muitas cartas, pedindo-lhe para se encontrar em Londres, na casa de William Compton, para um encontro. Desconhece-se uma prova concret de que Elizabeth foi, de fato, amante do rei. Mas se ela foi, seria possível explicar como ela escapou da execução.

Em 1532, Elizabeth foi presa por ter se manifestado contra o casamento do rei com Ana Bolena, dizendo que Ana era uma prostituta e que o rei deveria voltar com Catarina de Aragão. Ao contrário de outras pessoas menos afortunadas que protestaram contra a nova esposa do rei, Elizabeth escapou da execução e foi liberada da Torre. No entretanto, ela e seu marido foram permanentemente banidos da Corte. Teria Elizabeth sido poupada por causa do afeto do rei como sua ex-amante?

Agnes Blewitt [1520?]

O primeiro filho de Agnes, Richard Edwardes, nasceu em algum momento entre outubro de 1523 e 1525, e houve rumores de que fosse filho do rei Henrique VIII.848632b6e000d5f90f722f43e6045d01 Também diz-se que Agnes tinha permissão para usar o brasão Tudor.

A maior prova de que Richard era filho do rei é que ele recebeu uma educação em Oxford, escola que sua família não poderia pagar. No entanto, existem várias explicações possíveis para isso: ele poderia ter um patrono, ter ganhado uma bolsa ou sua mãe poderia ser amante de um homem rico, não necessariamente o rei. Richard Edwardes teve muitos descendentes que acreditavam que ele era filho do rei, mas o rumor parece ter sido gerado dentro da própria família e não a partir de fontes contemporâneas. Além disso, Agnes não era uma cortesã, e é pouco provável que tenha conhecido o rei.

Joan Dingley [1525? – 1530?]

De acordo com rumores, Joan, uma lavadeira da Casa Real, era a amante de Henrique VIII e ambos eram pais biológicos de uma menina chamada Ethelreda, que nasceu no final da década de 1520. Diz-se que John Malte, o alfaiate do rei, foi obrigado a reconhecer Ethelreda como sua filha ilegítima.

Sua mãe foi casada com um homem chamado Dobson, e Ethelreda Malte se casaria com John Harrigton em 1547. O rei concederia terras para ela. Talvez fosse menos provável que Henrique tivesse reconhecesse uma filha ilegítima ao contrário de um filho ilegítimo, pois ela teria sido de menos valor. Obviamente, as terras concedidas a Ethelreda podem ter sido apenas um agradecimento aos serviços de seus pais, para que a garota pudesse fazer um bom casamento.

Maria Berkeley [1525-1527]

Outra suposta amante de Henrique VIII é Maria Berkeley. Sabe-se pouco sobre ela, exceto que ela era filha de James Berkeley, um cortesão. Estima-se que seu nascimento seja de 1495-1500, tornando-a pouco mais jovem do que Henrique. Não existe documentações que suportam esses rumores, e sequer existe provas de que Maria estava na Corte. No entanto, continuam os rumores de que Mary teve dois filhos do rei entre 1525-1530, chamados Thomas Stucley e John Perrot. No entanto, Stucley era provavelmente o filho de Sir Hugh Stukeley e Jane Pollard, não Mary Berkeley.

Maria se casaria com Thomas Perrot em 1526, e John Perrot nasceria em 1528. Ele era supostamente era parecido fisicamente e em temperamento com o rei. No entanto, de acordo com o historiador Roger Turvey, a alegação da paternidade de Henrique VIII se originou com Sir Robert Naunton, que nunca conheceu Perrot e escreveu sobre uma série de eventos historicamente inexatos para chegar à sua conclusão quanto a paternidade de Perrot.

Mary/Madge Shelton [1535]

Mary e Madge Shelton eram duas irmãs, uma das quais pode ter sido uma amante de Henrique VIII, embora pesquisas recentes indicarem que Mary e Madge possam ser a mesma pessoa. De acordo com o Embaixador Imperial Chapuys, durante seis meses a partir de fevereiro de 1535, Mary/Madge foi amante do rei. Mary/Madge era uma dama de companhia de Ana Bolena, e embora as duas fossem primas, isso não significava, necessariamente, que suas famílias eram aliadas, pois nem todos os Bolenas apoiavam a rainha.

Mary/Madge era conhecida por ter escrito muitos poemas amorosos, e Ana estava enciumada pois achava que seus poemas eram endereçados ao rei. Para piorar a situação, Mary/Madge era descrita como uma jovem de grande beleza e talento. Não há registro sobre sua data de nascimento e acredita-se que ela poderia ter tido quinze anos quando começou seu caso com o rei. Mary/Madge parece ter aceitado sua situação com o rei e não o pressionou por terras, dinheiro ou título. Em 1538, houve rumores de que Mary/Madge estaria para se tornar a nova esposa do rei.

A esposa de William Webbe [1536?]

Esse é um dos rumores mais estranhos sobre o rei Henrique VIII. No final da década de 1530 um homem chamado William Webbe queixou-se de que, enquanto estava andando em plena luz do dia com sua esposa perto do Palácio de Eltham, eles se encontraram com o rei, que colocou a mulher em seu cavalo e ambos partiram pra o Plácio. Aparentemente Henrique ‘arrebatou’ a mulher e a manteve por algum tempo no Palácio com ele. Alegadamente, a história aconteceu pouco tempo depois da execução de Ana Bolena.

Elizabeth Darrel [1537 ?]

Amante e musa de Sir Thomas Wyatt. Elizabeth fazia parte do séquito da Marquesa de Dorset e, em algum momento, tornou-se dama de companhia de Catarina de Aragão. Possivelmente por sua lealdade à Rainha Catarina ou sua antipatia a Ana Bolena, Elizabeth se recusou a assinar o Juramento de Supremacia.

Quando Catarina de Aragão morreu em Janeiro de 1536, ela deixou para Elizabeth 200 libras para seu casamento. Por volta de 1537, Elizabeth tornou-se amante do poeta Thomas Wyatt. Também foi nessa época que a rainha Jane Seymour ofereceu a Elizabeth um lugar no seu séquito. Em algum momento, houve rumores de que ela teria se envolvido com o rei, mas são escassas as informações sobre este caso, e sequer se ele realmente aconteceu.

Anne Bassett [1538/1539]

Lady Honor, mãe de Anne e Catarina Basset, tinha tentado conseguir um lugar para suas filhas na corte de Ana Bolena, mas sem sucesso. Ela persisistiu e eventualmente conseguiu um lugar no séquito de outra rainha, Jane Seymour. Anne e Catarina conseguiram o cargo de dama de companhia, e Anne acabaria por ser dama de companhia das próximas três rainhas do rei: Ana de Cleves, Catarina Howard e Catarina Parr, servindo também para a filha do rei, Lady Maria.

Entre 1538 e 1539 houve rumores de que Anne tinha se tornado amante do rei. Alguns embaixadores até pensaram que após a morte de Jane ela poderia se tornar a quarta esposa do rei. Depois do divórcio do rei com Ana de Cleves e a execução de Catarina Howard, houveram novos rumores de que Anne poderia ser a sexta esposa.

Margaret/Mary Skipwith [1538]

Em 1538, quando Henrique estava viúvo e a procura de uma quarta esposa, Margaret/Mary Skipwith foi alvo de rumores de ser sua amante. Um cortesão, John Rusel, escreveu em 3 de Janeiro de 1538/1539: ‘A eleição jaz entre a Srt. Mary Shelton e Srt. Mary Skipwith… Pois eu não duvido que o rei manterá silêncio até que a questão seja certamente conhecida’. Mais uma vez temos uma confusão de nomes. É mais provável que o alvo o rei fosse Margaret e não Mary, pois sua data de casamento sugere que ela era muito jovem para se casar na época dos rumores. Três meses após este rumor, em abril de 1539, Margaret casou-se com George Talboys, filho de Gilbert Talboy e Bessie Blount, a ex-amante do rei.

Elizabeth Brooke [1542]

Em 14 de Fevereiro de 1542, a noite após a execução de Catarina Howard por adultério, Henrique VIII fez um jantar para alguns cortesões e cortesãs. Foi escrito que o rei prestou muita atenção em Elizabeth Brooke e Anne Basset, ambas consideradas possíveis escolhas para sua sexta esposa. No entanto,  não existem evidências de que Elizabeth Brooke e Henrique VIII tiveram um caso. Pouco tempo depois seu nome surgiu em despachos espanhóis como uma das senhoras em que Henrique VIII estaria interessado para se casar. O Embaixador espanhol que escreveu que o rei ‘mostra grande respeito pela irmã de Lorde Cobham, a quem Wyatt, a algum tempo, está divorciado por adultério. Ela é uma criatura muito jovem, com inteligência o suficiente para fazer mal a outros se ela tentasse’.

a166b84933e2d8e2bebb8bef9c122774Esse cometário é estranho por vários motivos; o principal é que Elizabeth Brooke, a irmã de Lorde Cobham e ex-mulher de Thomas Wyatt, teria quase quarenta ano de idade na época. Faria mais sentido assumir que o embaixador se enganou em sua identificação. Existia outra Elizabeth Brooke, filha de Cobham, que teria quase dezesseis anos em Janeiro de 1542 e seria descrita como uma das mulheres mais belas de seu tempo. No entanto, Henrique tinha acabado de executar sua jovem esposa, Catarina Howard, por adultério. Me parece estranho que ele quisesse entrar em outro relacionamento com uma jovem mulher em tão pouco espaço de tempo. Após o casamento do rei com Catarina Parr não houve mais rumores sobre qualquer amante.

Bibliografia:
TRACY, Stephanie. ‘A Glance at Henry VIII’s Mistresses‘.
Mistress of the King‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
Thomas Stucley‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
Margaret Skipwith‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
Margaret and Mary Shelton‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
Joan Dingley‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
Mary Boleyn‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
Henry’s Woman in the Woods‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
John Perrot‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
Elizabeth Darrel‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
Elizabeth Amadas‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
Anne Basset‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
Elizabeth Brooke‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
Jane Popincourt‘. Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.
Elizabeth Carew‘ Acesso em 28 de Fevereiro de 2014.

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16 comentários sobre “As muitas amantes do rei Henrique VIII

  1. Naiara, achei interessante porque estávamos falando do livro A amante do rei e dessas mulheres, que muitas vezes se davam bem e outras nem tanto… aí dei um pulinho no google e encontrei esse texto! Parece que era bem comum os reis terem amantes!

    • Sim Marcia De Alvarenga Pereira… Era mais comum do que imaginamos! Todos os reis tinham amantes! O que diferenciava Henry VIII dos outros era que ele casou com algumas delas hehehehehe

      • O estranho, pelo que diz ai, é que alguns maridos até incentivavam kkkk devia dar satatus ser amante do rei!

        • As esposas muitas vezes competiam com as cortesãs que tinham o poder de sedução maior que os delas.Cruz credo!Só de imaginar sinto muita raiva e ciume!

            • E… Danielle Santos Esse negócio não daria certo de jeito nenhum, até porque não tinha uma visão romantica da coisa como se tem hoje!

  2. Quem assistiu “A Outra”, pode ver que o Marido da Mary, no início, não faz nenhuma objeção que ela seja amante do rei… rs… Muita ambição…

    • Não lembro em qual filme eu vi, mas quando a mulher se tornava amante do rei, se mudava com a família para o palácio! Deve ser por isso que esses castelos são tão grandes. A safadeza vem de longa data! kkkkkkkkkk

    • Mas se nós analisarmos de um modo geral, acho que a sociedade atual, não mudou muito não! Os amantes continuam existindo, a questão financeira ainda é importante, assim como o status, dependendo de quem é o amante! Os pobres continuam matando suas mulheres por traição e os ricos sempre encontram um jeito de ficar mais ricos com a traição! As casas diminuíram, os reis não são o único alvo das amantes, agora temos os jogadores de futebol, os atores, os políticos e até mesmo, nas comunidades, os traficantes, que muitas vezes são disputados a tapa pelas moçoilas… parafraseando Sheldon Cooper, “Lamento pelo futuro da humanidade!”

  3. “Henrique cavalgou em um cavalo decorado com um coração ferido e usado o lema “elle mon coeur a navera” (‘ela feriu meu coração’).” drama queen…ops drama king x.x

  4. Acho que Maria Bolena não teve tal fama porque Henrique começou a se relacionar com a irmã dela. Da mesma forma que ele repudiou Catherine de Aragão por ela ter sido casada com seu irmão para que pudesse se casar com Anne, acho que ele usaria do mesmo raciocinio para apagar Mary. Mas é só uma ideia mesmo.

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