Onde Jane Grey foi enterrada?

Aqueles de status nobres ou reais que eram condenados por traição eram frequentemente decapitados, enquanto homens eram enforcados e esquartejados e mulheres eram queimadas. Maria consentiu que Jane fosse decapitada por um machado. Após as palavras “Senhor, em suas mãos eu entrego meu espírito”, o carrasco abaixou seu machado e Jane Grey, a rainha de nove dias, morreu. Mas onde ela teria sido enterrada? Continuar lendo

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Margaret Beaufort, a Rainha Vermelha: a história da Mãe dos Tudor por Philippa Gregory

Essa é vídeo, legendado por mim para o canal, é fruto de uma junção de três vídeos feitos pela Simon & Schuster Books em 2011, na época da publicação do livro “A Rainha Vermelha”, por Philippa Gregory. Aqui, a autora fala um pouco sobre o seu processo de criação do livro e sobre a História de Margaret Beaufort (1441 – 1509). Infelizmente a qualidade do vídeo é bem baixa.

~ No dia 29 de Junho de 1509 falecia Margaret Beaufort, Condessa de Richmond e Derbey e mãe da Dinastia Tudor. Figura-chave na Guerra das Rosas, Margaret se casou três vezes: o primeiro, com John de la Poe, quando ela tinha por volta de um ano de idade, foi dissolvido; o segundo, quando ela tinha 12 anos, foi com Edmund Tudor, meio-irmão do rei Henrique VI; o terceiro, quando ela tinha 17 anos, com Sir Henry Stafford e, o quarto, quando ela tinha 31 anos, com Thomas Stanley. Margaret morreu aos 68 anos, um dia após o aniversário de 18 anos de Henrique VIII e pouco mais de dois meses após a morte de seu único filho, Henrique Tudor.

Elizabeth I: A Morte de uma Dinastia (3/3)

Finalmente, o último episódio da série de Elizabeth com Suzannah Lipscomb e Dan Jones. Agradeço imensamente a Juliana Lima pela colaboração com a sincronização!

Em relação aos terceiro episódio tenho poucas observações de erros históricos, embora tenha que dizer que achei muito estranho não ter sido mencionado outro personagem importantes em relação a Essex: sua mãe, Lettice Knollys, era uma das maiores ‘inimigas’ de Elizabeth na corte, tendo se casado em segredo com Robert Dudley, seu favorito (que vimos no segundo episódio). Casada três vezes, Knollys era uma das mulheres mais ricas da Inglaterra e morreu em 1634, aos 91 anos de idade, com razoável boa saúde – ela era, acima de de tudo, neta de Maria Bolena, dessa forma, Knollys era sua prima. Outra coisa ainda sobre ele, foi como sua execução atingiu Elizabeth – ela não tinha mais nenhum outro favorito na corte, e todos que ela amava – incluindo Dudley – já haviam falecido. A sua invasão a seu quarto, ainda com roupas de dormir, não causou constragimento apenas pela suas roupas, mas sim porque ela não tinha nenhum guarda e poucas damas consigo: ele poderia tê-la atacado facilmente e, por isso, ela se mostrou benevolente com ele naquele momento, pedindo para que ele voltasse mais tarde.

Série Rainhas: Elizabeth I (Todo Seu, 2011)

Olhem que interessante: em 2011 o TV Gazeta exibiu a série “Rainhas” pelo programa “Todo Seu”, apresentado por Ronnie Von, na TV Gazeta de São Paulo. Em cada episódio, a história de uma importante mulher foi contada de maneira concisa por um estudioso. Dentre as grandes personalidades estão as Rainhas: Vitória; Maria Antonieta; Nerfertiti; Maria I, a Louca; Nzinga Mbandi; Isabel de Castela; Catarina, a Grande; Hatchepsut; Rainha de Sabá; Ester e Elizabeth I, que foi este episódio, onde falou o historador Marcelo Squinca da Silva.

Elizabeth I: O inimigo interno (2/3)

Esse é o segundo episódio da série ‘Elizabeth’, com Dan Jones e Suzannah Lipscomb. O segundo episódio, apesar de dramatizações um pouco pouco convincentes, foram ótimas para um documentário, e esse contém poucos erros históricos comparados com a outra série e o primeiro episódio. Aqui, Lily Cole interpreta a Rainha durante os primeiros 25 anos de seu reinado, focando no conflito com conspirações católicas em seu reino e finalizando com Maria Stuart.

Elizabeth I: Batalha pelo trono

A série The Six Queens (2016), com Lipscomb e Dann, foi uma das piores que já vi sobre os Tudor – prometeu muito e cumpriu pouco. Mas confesso que subiu muito em minha estima quando descobri que a série Elizabeth I (2017), apresentada também pelos dois pesquisadores, era uma espécie de sequência direta e complementação: os mesmos atores e algumas cenas da outra série aparecem aqui; Kate Holderness tem mais tempo de tela como Parr, e aprendemos mais sobre a vida dessa última Rainha de Henrique e seu relacionamento com Seymour (o que, na minha opinião, deveria ter aparecido na série Six Queens).

Estou muito feliz em trazer para vocês o primeiro episódio deste documentário – o qual não seria possível sem a ajuda de Juliana Lima na sincronização.

A atriz que interpreta Maria Tudor (Daisy Ashford) é maravilhosa, e seria incrível se os dois fizessem uma série sobre ela também! Confesso que não senti a mínima necessidade de terem trocado a atriz que interpretou Elizabeth adolescente (Sheya McAllister) por Lily Cole. Lembro que na época fizeram grande propaganda do fato de Cole estar na série, mas achei o rosto de Sheya muito mais parecida com o da verdadeira Elizabeth do que Cole.

Dessa vez, há poucos erros históricos, com exceção de que nenhum criado de Elizabeth foi de fato do torturado, embora todos tenham sido frequentemente ameaçados. Quanto à prisão de Seymour, foi muito mais do que aquilo: ele entrou no quarto de Eduardo com uma arma de fogo e quando o cão do jovem rei começou a latir, ele o matou com um tiro. Isso obviamente acordou todos no Castelo e ele foi preso. Além disso, ignoraram-se totalmente o ‘apoio’ que a própria Parr e os criados de Elizabeth deram ao seu relacionamento com Seymour mas, no total, foi um ótimo documentário, espero que gostem!