Helen Mirren dá aulas de atuação online – e uma delas é sobre Elizabeth I

Em sua primeira aula on-line, a atriz vencedora do Oscar Helen Mirren compartilha as técnicas que aprendeu ao longo de sua carreira internacional, que abrangem o palco, a tela e a televisão. Suas performances poderosas e versáteis lhe renderam inúmeros prêmios, incluindo o Oscar em 2007 por sua atuação em The Queen, um Tony Award em 2015 por sua atuação no The Audience, e quatro prêmios Emmy.

Em sua aula, Helen Mirren discutirá o dualismo que é essencial para seu método de atuação: a necessidade de dominar a técnica (ofício) e, em seguida, abandonar essa técnica para que sua imaginação possa assumir (arte). As lições incluem como quebrar um script, conduzir pesquisas para personagens reais e fictícios, abordar os aspectos mais “poéticos” do personagem, tomar decisões ponderadas sobre o traje e lidar com adereços de uma maneira que seja fiel ao seu personagem.

Enquanto ajuda você a desenvolver seu próprio talento de atuação, Helen irá levá-lo aos bastidores de seus maiores papéis, incluindo Elizabeth I. No vídeo promocional que pode ser visto no Youtube, Mirren mostra alguns dos trajes que utilizou.

As aulas de Mirren totalizam seis horas e custam U$180 dólares por ano no site Masterclass.

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Últimos dias de Ana Bolena serão dramatizados na Torre de Londres

Assim como aconteceu em outros anos, os últimos dias de Ana Bolena estão sendo dramatixados na Torre de Londres em peças de teatro específicas. A produção foi escrita e dirigida por Michael Fentiman e essa é a primeira peça a ser reproduzida e comissionada pela Historic Royal Palaces para a Torre de Londres.

‘Os últimos Dias de Ana Bolena’ serão encenados por 17 dias até o dia de sua execução. Tudo foi escrito usando documentos da época. Feita ao ar livre, a peça será encenada no lugar onde fica o ‘Palácio Perdido’ Tudor na Torre do dia 6 de Maio até 28 de Agosto, com duas perfomances por dia.

Os membros do elenco são Lawrence Boothman, Kazuma Andrew Costello, Natasha Cowley, Amy Cudden, David Fielder, Oliver Grant, Rhiannon Llewellyn e Benedict Salter.

Algumas fotos dos dias anteriores já foram publicadas no Twitter da Torre:

 

Vidas Secretas Expostas: Se as Paredes pudessem Falar! – 1 de Março de 2018

No dia 1 de Março de 2018 acontecerá na Royal Geographical Society em Londres o evento “Secret Lives Exposed: If Walls Could Talk”, com a participação das autoras e historiadoras Sarah Dunant, Bettany Hughes e Suzannah Lipscomb. O evento providenciará uma oportunidade unica para descobrir históricas escondidas, desde a poderosa Imperatriz Bizantina Theodora até a vida privada de Henrique VIII, os segredos dos cortesãos do Renascimento, da vida das freiras em mosteiros e da filha do Papa. Depois da conversa, as autoras irão assinar cópias de seus livros.

Sarah Dunant tem publicações voltadas para a Itália Renascentistas; Hughes é uma historiadora que tem dedicado os 25 anos para a história antiga de Tróia e Grécia. Lipscomb, uma velha conhecida para fãs Tudor, tem dedicado diversos livros, artigos e documentários sobre os Tudor.

O preço da entrada é £20 para adultos e £15 para estudantes.

Corpete de 415 da Rainha Elizabeth I é restaurado para exposição na Abadia de Westminster

Um corpete que foi criado para a efígie funerária da Rainha Elizabeth I fará parte de uma exposição na Abadia de Westminster.

A roupa delicada foi feita pelo alfaiate da rainha, William Jones, para ser usado na procissão da morte da monarca em 1603. O espartilho foi feito com as medidas da Rainha, o que significa que, embora não tivesse sido usado pela monarca, ele se ajustava perfeitamente ao seu corpo.

Por 415 o corpete tem sido cuidosamente preservado na Abadia, e recentemente foi submetido a um trabalho de conservação antes de ser colocado em exibição pública neste verão. O vestuário estará entre os 300 objetos da coleção da Abadia exibida nas Galerias do Jubileu de Diamante da Rainha Elizabeth II quando abrirem na Abadia de Westminster em junho.

O trabalho de conservação, realizado por uma equipe, incluindo a historiadora de trajes históricos Jenny Tiramani, revelou uma série de detalhes anteriormente desconhecidos sobre a peça. Entre estes detalhes está a descoberta de que o desossamento do espartilho termina um pouco mais baixo do lado direito, o que permitiria a Elizabeth maior facilidade de movimento.

Aos 69 anos, a Rainha Elizabeth I morrreu no Palácio de Richmond no dia 24 de março de 1603. Milhares de pessoas compareceram a sua procissão de funeral para a Abadia em 28 de abril. O caixão, coberto de veludo roxo, foi carregado por 4 cavalos cobertos de preto, e a efígie funerária, de madeira pintada, estava em cima do caixão, onde estava o corpete. A efígie original foi refeita em 1760 com uma cabeça de cera e roupas exteriores novas. O espartilho aparentemente é a única peça da época que resistiu ao tempo.

Fonte: Daily Motion

National Gallery of Art em Washington muda identificação de retrato de Catarina de Aragão

Na legenda, lê-se: Mary Rose Tudor (1496 – 1533), Irmã de Henrique VIII da Inglaterra. (Foto: Meg McGath)

Meg McGath, administradora da página Queen Catherine Parr, dedicado a pesquisas sobre a última esposa de Henrique VIII, registrou um grande erro cometido pela National Gallery of Art de Washington, D.C. O retrato, que é identificado há séculos como retratando Catarina de Aragão, a primeira esposa de Henrique VIII, foi identificado pela galeria como sendo Maria Tudor, irmã do rei.

McGath conta que foi Paul G. Matthews que fez a mudança na identificação do retrato que pertence à uma galria de Viena, na Áustria. Ele diz que Maria foi prometida ao Imperador Carlos em 1507, quando tinha 6 anos, e que este retrato seria dela como princesa. No entanto, seu noivadosó aconteceu em 1513. Matthews argumenta que Catarina seria muito velha para ser retratada no período (por volta de 1505).

No entanto, devemos nos lembrar que em 1515 fazia seis anos que Catarina estava casada com Henrique, período do ápice de seu romance, que ainda duraria alguns anos. De acordo com outra descrição feita na galeria, a face da mulher de fato lembra Catarina de Aragão, e por isso têm sido confundida com ela. No entanto, é “mais provável” que o retrato seja de Maria, a irmã mais nova do rei. Ela usa um colar de uma rosa, simbolizando a Casa Tudor alternada com a letra K, que significaria “Karolus”, ou seja, Carlos, o futuro Imperador Romano, a quem havia sido prometida. O casamento nunca aconteceu. Mais obviamente, têm sido registrado também que o “K” signifique “Katherine”.

A identidade do retrato de fato têm sido debatida desde 2008, e embora não existam evidências conclusivas apontando que seja Catarina, já havia algum tempo que uma instituição tomava uma posição firme em relação a uma re-identificação do retrato: em 2012, o Kunsthistorisches Museum também havia identificado o retrato como sendo de Maria Tudor e não Catarina de Aragão.

A idéia de que a identidade da mulher começou em 1915, quando Paul G. Matthews escreveu que a mulher do retrato era muito similar com a do “Madonna and Child”, ambos feitos por Michel Sittow. Sittow era proeminente na corte de Isabela de Casta e, por isso, imaginava-se que a mulher retratada deveria ser alguém da família da Rainha. No entanto, é fato que Maria Tudor recebeu de Carlos diversos presentes, entre eles, uma peça de jóia com a letra K.

Fonte: Página Queen Catherine Parr; The Anne Boleyn Files.

 

Primeira foto oficial de Margot Robbie como Elizabeth I

Depois da primeira foto oficial de Saorise Ronan como Maria Stuart no ano passado, a EW publicou com exclusividade a primeira foto de Margot Robbie caracterizada como a Rainha Elizabeth I!

Outra foto também publicada mostra Saoirse Ronan caracterizada como Maria, cavalgando. Se fosse para adivinhar, diria que se trata do momento de sua fuga da Escócia para a Inglaterra!

De acordo com Robbie, “todos manipulam a sua relação (de Maria e Elizabeth). É complicada, é trágica, é bizarra. As únicas pessoas no mundo que poderiam entender sua relação eram elas mesmas”.

Dirigido por Josie Rourke, o filme Mary, Queen of Scots, está previsto para esse ano.