Margot Robbie aparece irreconhecível como Elizabeth I

Dias depois da publicação da primeira foto de Saoirse Ronan como Maria Stuart, apareceram as primeiras fotos de Margot Robbie como Elizabeth I. Assim como diversas atrizes antes, Robbie aparentemente raspou um pouco da sua cabeça para usar os fios vermelhos, e sua pele está maquiada com as marcas de varíola. Ao que tudo indica, conforme visto em uma outra foto, seu nariz também foi modificado.

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Primeira foto de Saoirse Ronan como Maria Stuart no filme “Mary, Queen of Scots”

Foi recentemente publicada a primeira fotografia promocional do filme “Mary, Queen of Scots”, onde Saiorse Ronan interpretará Maria Stuarty e Margot Robbie foi confirmada como Elizabeth I.

As duas atrizes oficialmente começaram as filmagens do filme na Inglaterra e na Escócia. Estréia do diretor Josie Rourke e da diretora artística Donmar Warehouse, o roteiro foi escrito por Beau Willimon, criador de House of Cards, baseado na biografia “My Heart is My Own: The Life of Mary, Queen of Scots”, de John Guy.

O filme explorará a vida turbulenta de Mary Stuart, Rainha da Escócia desde os 6 dias de idade, que se tornou rainha da França aos 16 anos e ficou viúva aos 18. As jovens rainhas (Elizabeth e Maria) são fascinadas uma pela outra, mas suas lealdades ficarão ameaçadas quando Maria afirma sua reivindicação ao trono inglês.

De acordo com um comunicado da imprensa, o filme também explorará o relacionamento das duas rainhas como rivais no poder e no amor, regentes do sexo feminino em um mundo masculino. “As duas deverão decidir como jogar o jogo do casamento versus a independência. Determinada a governar mais do que uma figura consorte, Maria afirmará sua reivindicação ao trono inglês, ameaçando a soberania de Elizabeth”.

O projeto está em desenvolvimento há anos, com inúmeras mudanças de atores e diretores. Inicialmente, em 2006, Maria Stuart seria interpretada por Scarlett Johansson. Outros que irão compor o elenco são Jack Lowden (Lord Darnley), Joe Alwyn (Robert Dudley), Martin Compston (James Hepburn), Brendan Coyle, David Tennant e Guy Pearce.

O filme está previsto para estrear em algum momento em 2018.

Fonte: Indiewire, RTE, Daily Mail.

Maria Dragus, Martin Compston, Joe Alwyn e Jack Lowden se juntam ao elenco de “Mary, Queen of Scots”

ofoDepois da confirmação de Margot Robbie como Elizabeth I e Saoirse Ronan como Mary Stuart no filme “Mary, Queen of Scots” essa semana saiu a confirmação de que mais quatro atores se juntaram ao elenco do filme.

Escrito pelo criador de House of Cards, Beau Willimon, o filme será baseado na biografia “The True Life de Mary Stuart”, escrita por John Guy em 2004.

A atriz germano-romena, Maria Dragus, recebeu o papel da companheira de infância de Maria Stuart, Mary Fleming, no filme dirigido por Josie Rourke.

O ator escocês Martin Compston foi escalado para viver o Conde de Bothwell, o terceiro marido de Maria Stuart. Já o ator britânico Jack Lowden viverá Lord Darnley. Já o jovem ator britânico, Joe Alwyn, interpretará Dudley, o conselheiro e favorito de Elizabeth I.

Fonte: Deadline, Deadline, Deadline e Daily Mail.

“A 4° temporada tomou muito de nós”: Rachel Skarsten publica fotos de Elizabeth I e Maria Stuart envelhecidas para a última temporada de ‘Reign’

“A 4° temporada tomou muito de nós. Envelhecidas com 54 e 44 anos, respectivamente”, escreveu Rachel Skarsten, que interpreta a rainha Elizabeth I na série ‘Reign’. Em foto publicada em seu Instagram, é possível vê-la ‘envelhecida’ ao lado de uma foto de Adelaide Kane.

Nessa última semana, a atriz publicou ainda três fotos no set de filmagens da última temporada da série, que mostrará a execução de Maria Stuart.  No mês passado, a atriz publicou uma carta curta dando adeus a Elizabeth:

“Foi um grande prazer e uma verdadeira honra fazer parte de Reign nas temporadas passadas e interpretar uma mulher tão icônica, poderosa, complexa e brilhante. Podemos continuar apresentando séries que mostram mulheres como ela. Ser abraçada pelo elenco como uma deles, trazida para a família CW e mais lindamente por vocês, os fãs, é difícil para mim dizer o significado disso. Realmente, não há palavras para experiências tão bonitas quanto essa. Apenas gratidão. Obrigada por amar Reign tanto quanto eu.
Rach”.

 

Fonte: Instagram, Just Jared.

Hilary Mantel: escritoras devem parar de empoderar falsamente mulheres na história

Os escritores devem parar de reescrever a história para tornar suas personagens femininas falsamente ‘empoderadas‘, disse Hilary Mantel. Romancista vencedora promênio Man Booker, disse que escrever sobre as mulheres na história tem sido uma dificuldade persistente para seus contemporâneos, que não conseguem resistir em tornar mulheres na história fortes e independentes. “Qualquer um que exagere sobre a diferença entre o papel dos homens e das mulheres em certos períodos históricos deve“, ela disse,“tentar procurar outro emprego”.

Mantel questionou se os escritores devem ‘retrabalhar a história para que as vítimas sejam as vencedoras’:

“Muitos escritores de ficção histórica se sentem atraídas para as ‘histórias não contadas’. Eles querem dar uma voz para aqueles que foram silenciados. A ficção pode fazer isso, porque se concentra no que não está nos registros. Mas devemos ter cuidado quando falamos pelos outros. Se escrevemos sobre as vítimas da história, estamos reforçando seu status ao detalhá-lo? Ou devemos retrabalhar a história para que as vítimas sejam as vencedoras? Esta é uma dificuldade persistente para as mulheres escritoras, que querem escrever sobre as mulheres no passado, mas não conseguem resistir em empoderá-las. O que é falso. Se você fica afrontado pela diferença, então deve tentar outro emprego”

Ela acrescentou: ‘um bom romancista terá seus personagens operando dento do quadro ético de seus dias – mesmo que choque seus leitores‘.

“A outra garota na história”. Uma matéria de jornal conta que Gregory chegou a enviar um e-mail para Mantel, mas não recebeu uma resposta.

Ela não indicou nenhuma escritora nessa crítica – mas é impossível não pensar em Philippa Gregory, reconhecida por suas personagens femininas fortes. Em uma entrevista de 2013, a autora afirmou que quanto mais pesquisa fazia, mais achava que havia ‘história não contada‘ das mulheres na história.

‘Elas eram mulheres fortes e poderosas que lutaram por seus próprios interesses e pelos interesses de sua família. Eu acho que muitas vezes as imaginamos menos poderosas do que foram porque dependemos muito das descrições escritas por homens na época que enfatizavam suas virtudes – que incluiam obediência, dever e sofrimento’.

Essa foi a segunda controvérsia que Mantel se meteu esse ano. Em uma aparição no Festival de Literatura de Oxford, ela criticou romancistas históricas que ‘tentam criar credenciais ao afixiarem a bibliografia’ – ou seja, criar uma história ignorando deliberadamente fatos históricos.

Em sua palestra em Reith, transmitida pela Radio 4 no final de maio, Mantel disse que a ficção pode ficar lado a lado do trabalho de verdadeiros historiadores. Os leitores, ela argumenta, não são ‘vítimas que precisam de proteção’, mas são capazes de lerem romances históricos e sem precisar destruir a história.

Fonte: The Telegraph

A verdadeira Ana Bolena

Fallen in LoveAna Bolena já estava sendo acusada de algumas coisas quando, em 1536, Thomas Cromwell e os Seymour viram para onde o vento soprava, e decidiram tirá-la do caminho: Henrique VIII queria uma nova esposa e Jane Seymour estava à espera nos bastidores. Uma das acusações: Ana tinha crescido na corte francesa e foi dito que tinha ‘ares franceses’, uma acusação tão mortal na política quanto é agora. Havia rumores sobre o seu comportamento na corte francesa, mas é possível que as fofocas tenham se confundindo com a sua irmã, Maria. Segunda acusação: ela não era convencionalmente bonita, era sem peito, de pele morena e cabelos escuros; estava muito longe da mulher de pele clara, a ninfa de cabelos louros que estava tão na moda com os Tudors.  E, ainda sim, com seus ares estrangeiros e olhares não convencionais, havia algo sugestivo sobre ela a tal ponto que ela poderia deixar um homem atordoado apenas com o olhar. Tudo isso fez dela a tela perfeita para se projetar qualquer desejo, qualquer medo. Qualquer coisa vindo dela poderia ser acreditado – um terceiro mamilo, um sexto dedo, bruxaria, adultério, incesto. Perspicaz, de língua afiada e paquera, Ana fez uma roda de homens para ela, e cada um perderia a cabeça por ela. Henrique Norris, Francis Weston, William Brereton, Mark Smeaton, todos foram executados apenas alguns dias antes de Ana, todos acusados de terem conhecido carnalmente a rainha, e de traição contra o rei. Seu irmão também. Dizem que sua própria esposa o delatou. Continuar lendo