Maria Dragus, Martin Compston, Joe Alwyn e Jack Lowden se juntam ao elenco de “Mary, Queen of Scots”

ofoDepois da confirmação de Margot Robbie como Elizabeth I e Saoirse Ronan como Mary Stuart no filme “Mary, Queen of Scots” essa semana saiu a confirmação de que mais quatro atores se juntaram ao elenco do filme.

Escrito pelo criador de House of Cards, Beau Willimon, o filme será baseado na biografia “The True Life de Mary Stuart”, escrita por John Guy em 2004.

A atriz germano-romena, Maria Dragus, recebeu o papel da companheira de infância de Maria Stuart, Mary Fleming, no filme dirigido por Josie Rourke.

O ator escocês Martin Compston foi escalado para viver o Conde de Bothwell, o terceiro marido de Maria Stuart. Já o ator britânico Jack Lowden viverá Lord Darnley. Já o jovem ator britânico, Joe Alwyn, interpretará Dudley, o conselheiro e favorito de Elizabeth I.

Fonte: Deadline, Deadline, Deadline e Daily Mail.

“A 4° temporada tomou muito de nós”: Rachel Skarsten publica fotos de Elizabeth I e Maria Stuart envelhecidas para a última temporada de ‘Reign’

“A 4° temporada tomou muito de nós. Envelhecidas com 54 e 44 anos, respectivamente”, escreveu Rachel Skarsten, que interpreta a rainha Elizabeth I na série ‘Reign’. Em foto publicada em seu Instagram, é possível vê-la ‘envelhecida’ ao lado de uma foto de Adelaide Kane.

Nessa última semana, a atriz publicou ainda três fotos no set de filmagens da última temporada da série, que mostrará a execução de Maria Stuart.  No mês passado, a atriz publicou uma carta curta dando adeus a Elizabeth:

“Foi um grande prazer e uma verdadeira honra fazer parte de Reign nas temporadas passadas e interpretar uma mulher tão icônica, poderosa, complexa e brilhante. Podemos continuar apresentando séries que mostram mulheres como ela. Ser abraçada pelo elenco como uma deles, trazida para a família CW e mais lindamente por vocês, os fãs, é difícil para mim dizer o significado disso. Realmente, não há palavras para experiências tão bonitas quanto essa. Apenas gratidão. Obrigada por amar Reign tanto quanto eu.
Rach”.

 

Fonte: Instagram, Just Jared.

Hilary Mantel: escritoras devem parar de empoderar falsamente mulheres na história

Os escritores devem parar de reescrever a história para tornar suas personagens femininas falsamente ‘empoderadas‘, disse Hilary Mantel. Romancista vencedora promênio Man Booker, disse que escrever sobre as mulheres na história tem sido uma dificuldade persistente para seus contemporâneos, que não conseguem resistir em tornar mulheres na história fortes e independentes. “Qualquer um que exagere sobre a diferença entre o papel dos homens e das mulheres em certos períodos históricos deve“, ela disse,“tentar procurar outro emprego”.

Mantel questionou se os escritores devem ‘retrabalhar a história para que as vítimas sejam as vencedoras’:

“Muitos escritores de ficção histórica se sentem atraídas para as ‘histórias não contadas’. Eles querem dar uma voz para aqueles que foram silenciados. A ficção pode fazer isso, porque se concentra no que não está nos registros. Mas devemos ter cuidado quando falamos pelos outros. Se escrevemos sobre as vítimas da história, estamos reforçando seu status ao detalhá-lo? Ou devemos retrabalhar a história para que as vítimas sejam as vencedoras? Esta é uma dificuldade persistente para as mulheres escritoras, que querem escrever sobre as mulheres no passado, mas não conseguem resistir em empoderá-las. O que é falso. Se você fica afrontado pela diferença, então deve tentar outro emprego”

Ela acrescentou: ‘um bom romancista terá seus personagens operando dento do quadro ético de seus dias – mesmo que choque seus leitores‘.

“A outra garota na história”. Uma matéria de jornal conta que Gregory chegou a enviar um e-mail para Mantel, mas não recebeu uma resposta.

Ela não indicou nenhuma escritora nessa crítica – mas é impossível não pensar em Philippa Gregory, reconhecida por suas personagens femininas fortes. Em uma entrevista de 2013, a autora afirmou que quanto mais pesquisa fazia, mais achava que havia ‘história não contada‘ das mulheres na história.

‘Elas eram mulheres fortes e poderosas que lutaram por seus próprios interesses e pelos interesses de sua família. Eu acho que muitas vezes as imaginamos menos poderosas do que foram porque dependemos muito das descrições escritas por homens na época que enfatizavam suas virtudes – que incluiam obediência, dever e sofrimento’.

Essa foi a segunda controvérsia que Mantel se meteu esse ano. Em uma aparição no Festival de Literatura de Oxford, ela criticou romancistas históricas que ‘tentam criar credenciais ao afixiarem a bibliografia’ – ou seja, criar uma história ignorando deliberadamente fatos históricos.

Em sua palestra em Reith, transmitida pela Radio 4 no final de maio, Mantel disse que a ficção pode ficar lado a lado do trabalho de verdadeiros historiadores. Os leitores, ela argumenta, não são ‘vítimas que precisam de proteção’, mas são capazes de lerem romances históricos e sem precisar destruir a história.

Fonte: The Telegraph

A verdadeira Ana Bolena

Fallen in LoveAna Bolena já estava sendo acusada de algumas coisas quando, em 1536, Thomas Cromwell e os Seymour viram para onde o vento soprava, e decidiram tirá-la do caminho: Henrique VIII queria uma nova esposa e Jane Seymour estava à espera nos bastidores. Uma das acusações: Ana tinha crescido na corte francesa e foi dito que tinha ‘ares franceses’, uma acusação tão mortal na política quanto é agora. Havia rumores sobre o seu comportamento na corte francesa, mas é possível que as fofocas tenham se confundindo com a sua irmã, Maria. Segunda acusação: ela não era convencionalmente bonita, era sem peito, de pele morena e cabelos escuros; estava muito longe da mulher de pele clara, a ninfa de cabelos louros que estava tão na moda com os Tudors.  E, ainda sim, com seus ares estrangeiros e olhares não convencionais, havia algo sugestivo sobre ela a tal ponto que ela poderia deixar um homem atordoado apenas com o olhar. Tudo isso fez dela a tela perfeita para se projetar qualquer desejo, qualquer medo. Qualquer coisa vindo dela poderia ser acreditado – um terceiro mamilo, um sexto dedo, bruxaria, adultério, incesto. Perspicaz, de língua afiada e paquera, Ana fez uma roda de homens para ela, e cada um perderia a cabeça por ela. Henrique Norris, Francis Weston, William Brereton, Mark Smeaton, todos foram executados apenas alguns dias antes de Ana, todos acusados de terem conhecido carnalmente a rainha, e de traição contra o rei. Seu irmão também. Dizem que sua própria esposa o delatou. Continuar lendo

Margot Robbie poderá interpretar Elizabeth I no filme “Mary”, com Saoirse Ronan

Há anos existem rumores de que Saoirse Ronan interpretaria Maria Stuart em uma adaptação cinematográfica. Agora, surgiram rumores de que Margot Robbie estaria em negociações para interpretar Elizabeth I na mesma produção!

De acordo com o site Variety, Margot está em negociação com a Focus Features, com Josie Rourke dirigindo o filme que terá a produção de Tim Bevan, Eric Fellner e Deborah Hayward.

Beau Willimon, criador de House of Cards, está escrevendo um script original baseado no livro de John Guy, “The True Life of Mary Stuart”. O filme, que supostamente se chamará “Mary”, deverá começar a ser filmado no final deste ano.

Aos 26 anos, a australiana Margot alcançou maior sucesso e reconhecimento após interpretar a Arlequina no filme “Esquadrão Suicida” e “O Lobo de Wall Street”. Em comparação, Saoirse, de 23 anos, ganhou destaque internacional aos 13 anos após co-estrelar o filme ‘Desejo e Reparação’.

Fonte: Variety

Alison Weir lançará novo livro sobre Ana Bolena em 18 de Maio

Alison Weir é uma das mais conhecidas historiadoras do Reino Unido, vendendo mais de 2,7 milhões de livros no mundo todo. Mais conhecida por seus livros Tudor; Weir já publicou 17 livros de não-ficção sobre esse período e 5 romances históricos – nenhum deles foi publicado no Brasil até hoje.

No dia 18 de Maio, a autora estará lançando oficialmente seu mais novo livro sobre Ana Bolena: “Anne Boleyn: A king’s Obsession”. O evento acontecerá Hever Castle, casa de infância de Ana Bolena e os ingressos custam 18 libras, com uma recepção com bebidas, conversa e perguntas e autógrafo do livro. O livro já está disponível para compra em pré-venda por U$18,30 dólares na Amazon.

O livro faz parte da série de romances Six Tudor Queens, sendo o segundo volume. O primeiro, “Katherine of Aragon: The True Queen” foi lançado no dia 31 de Maio do ano passado.

Fonte: Hever Castle