Lobas: As primeiras Rainhas da Inglaterra – Jane Grey, Maria e Elizabeth Tudor (2012, legendado)

“She Wolves” foi uma série de três episódios da BBC onde a historiadora Dra. Helen Castor explorava a vida de sete rainhas inglesas que desafiaram o poder do mundo Tudor e medieval, quando não havia dúvida na mente das pessoas sobre a ordem da criação de Deus: homens governavam e mulheres não. Apesar disso, algumas mulheres tentaram dominar a Inglaterra Tudor e Medieval, e Castor explora as reações ferozes que elas provocaram. Em relação ao período Tudor, Castor explora Jane Grey e Maria e Elizabeth Tudor: em 1553, pela primeira vez na história inglesa todos os pretendentes ao trono inglês eram mulheres.

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A corte entre Maria Tudor e Filipe, o Duque da Bavária (The Tudors, 2009)

Enquanto o rei Henrique estava esperando ansiosamente pela sua nova esposa, Ana de Cleves, sua filha Maria, de vinte e três anos, se encontrava em uma inesperada situação: ela havia recebido um pretendente. O Duque de Baviera, sobrinho do Eleitor Palatino (O Palatinado era o principado mais poderoso de Cleves) foi apresentado à Corte por sua própria iniciativa no dia 8 de dezembro de 1539. Embora tenha diversas ressalvas em relação à série The Tudors, foi a única adaptação que mostrou esse período de corte entre esse inesperado encontro.

Maria, católica devota, não apreciava particularmente a religião luterana de seu pretendente, mas conversava graciosamente com ele em latim e alemão através de um intérprete. De acordo com o hábito de sua mãe e o seu próprio, Maria disse que seria submetida à vontade de seu pai, independente da religião de seu pretendente. O rei nomeou o Duque de Filipe Cavaleiro de Jarreteira e apresentou presentes que pareciam ser uma clara possibilidade de uma ligação luterana com a Inglaterra. Filipe parecia estar genuinamente interessado em Maria – afinal de contas, ela ainda era uma bastarda, não poderia reclamar o trono da Inglaterra e não tinha um dote muito impressionante. De acordo com o Embaixador Marillac, Lady Maria e o Duque foram vistos se beijando nos jardins da Abadia de Westminster e quase todos na Corte inglesa esperavam um casamento dentro de poucos meses. No entanto, o que aconteceu dentro de poucos meses foi um divórcio – de Henrique VIII e Ana de Cleves. Por conta do seu parentesco com Cleves, o rei não permitiu que as negociações de casamento com Maria continuassem. Filipe, porém, não se intimidou e visitou a Inglaterra mais três vezes. Ele morreria 1545, seis anos depois de visitar a Inglaterra pela primeira vez. Ele não se casou e não teve filhos.

Documentário: Mulheres mais cruéis da História: Maria Sanguinária (2002)

Esse vídeo faz parte de uma série de 2002 chamada ‘The Most Evil Women In History’, exibida pela Discovery Civilization com a participação de alguns pesquisadores do período Tudor. Embora seja um curto documentário que não abrange todos os aspectos de seu reinado (como dificilmente faria) eu achei digno de ser legendado, pois não cai na maioria dos lugares-comuns.

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Documentário ‘Maria I – A primeira Rainha Virgem’ (2002)

Esse é um dos poucos documentários feitos especificamente sobre Maria Tudor, a primeira monarca reinante da Inglaterra. Feito por David Starkey em 2002, curiosamente foi divulgado como “Bloody Mary” – Maria Sanguinária, quando na verdade o nome do documentário é “Mary I: The First Virgin Queen”, ou seja: Maria I, a Primeira Rainha Virgem. Mais uma vez, apesar de diversas revisões, o texto ainda ficou com diversos erros de português, mas acredito que é melhor do que nada rsrsrs.

O documentário é na verdade a primeira de duas partes de uma série de Starkey, chamada ‘Edward and Mary: The Unknown Tudors’. Infelizmente não poderei traduzir a parte de Eduardo VI, pois ainda não encontrei legendas na internet. Quando ao título do documentário, ‘A Primeira Rainha Virgem’, faz alusão ao fato de que Maria, até o período de seu casamento, declarou-se como Rainha Virgem e foi fonte de muitos discursos que mais tarde seriam re-utilizados por Elizabeth I, que consagrou-se como ‘Rainha Virgem’.

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