Uma introdução à Era Elisabetana e a mobilidade social

Nesses dois vídeos publicados pela National Portrait Gallery em 2013, a Dr. Tarnya Cooper dá uma introdução geral ao período elisabetano e sobre a possível mobilidade social, focando sobre quais materiais foram utilizados na exposição “Elizabeth I & Her People” (Outubro 2013 – Janeiro 2014) para refenreciar o povo comum.

Por trás dos Tudors com Natalie Dormer: Hampton Court, Biblioteca Britânica e Torre de Londres

Essa é uma edição de três vídeos que foram feitos pela Showtime em 2010 em comemoração aos 500 anos da coroação de Henrique VIII, apresentados por Natalie Dormer. Eu poderia ficar horas falando sobre esse vídeo, mas farei apenas algumas observações: atualmente, acredita-se que Hampton Court foi construída tanto por Wolsey quanto por Henrique VIII. Foi uma obra em conjunto.

~ O falcão branco obviamente não representa Ana Bolena. Essas estátuas foram feitas para comemorar o casamento de Henrique VIII com Jane Seymour e o rei não teria motivo para celebrar Ana Bolena. O falcão branco neste caso representa a Dinastia Plantageneta, e supostamente representava os esforços dos reis Eduardo III e IV para manter o trono. Já a pantera fazia parte do pantão da família Beaufort. De fato houve uma fera em particular criada para celebrar Jane Seymour, mas é um leão (de Henrique) segurando o brasão desenhado para ela.
~ Não pude deixar de notar que o primeiro curador chama-se Kent e a segunda Clarke…
~ Notem a dificuldade na montagem de tentar enfiar uma cena em que Henrique VIII, interpretado por John Meyers, estivesse gordo como o verdadeiro Henrique esteve. Lembremos aqui que o ator recusou-se a ficar ruivo ou engordar para o papel.
~ Como as cartas foram parar nas mãos do Vaticano já se tornou um artigo nosso: https://boullan.wordpress.com/2013/11/09/quem-roubou-as-cartas/
~ Leia mais sobre Ana de Cleves aqui: https://boullan.wordpress.com/2011/01/01/artigos-sobre-ana-de-cleves/

Entrevista de Margot Robbie sobre ‘Duas Rainhas’ (Mary Queen of Scots, 2018)

Da mesma forma com que estou fazendo com entrevistas de outras atrizes e atores, decidi traduzir essa entrevista de quase 10 minutos que Margot Robbie deu sobre o filme ‘Mary, Queen of Scots’, no início de 2019, quando do lançamento do filme. Enquanto a maioria das adaptações cinematográficas e teatrais da história se concentra na vencedora Elizabeth – que aprova a execução de Mary -, esta versão tem uma abordagem diferente, apresentando duas mulheres complexas que foram colocadas em posições de poder em tenra idade e sua luta para segurar o poder enquanto homens predadores circulavam seus tronos.

Grandes Castelos Britânicos: Leeds

Em 2015, Dan Jones (conhecido por nós por sua participação na série ‘Elizabeth) começou sua própria série: “Secrets of Great British Castles”, que acabou tendo 2 temporadas e 12 episódios. Alguns desses episódios estão disponíveis no Netflix, mas como nem todo mundo tem acesso, decidi converter os vídeos em uma resolução menos e disponibilizar aqui apenas as partes em que os Tudor são mencionados em sua série.

Aqui, ficamos sabendo um pouco mais da história do Castelo de Leeds, que se liga ao início da Dinastia Tudor, com Owen e, posteriormente, como uma parada ao Campo do Pano de Ouro de Henrique VIII e sua corte.

A conversa da médium Bessie Williams com Catarina de Aragão em 1893

Em 1893, Florence Marryat – um nome sinônimo do espiritualismo vitoriano, que viveu de 1833 até 1899 – escreveu as memórias de Bessie Williams em um livro chamado The Clairvoyance of Bessie Williams (‘A Clarividência de Bessie Williams’, em tradução literal). Nele, Marryat transcreve diálogos que Bessie Williams teve com Ana Bolena e com Catarina de Aragão. Diferentemente das outras entrevistas, no entanto, essa história começa com o filho de Bessie, Geordie. Continuar lendo

O casamento de Maria Tudor com Louis foi consumado?

The Sword and the Rose

Em 1 de janeiro de 1515, menos de três meses após o casamento com Maria Tudor, o rei Luís XII morreu. Ele estava doente há varias semanas, e sua morte não foi surpresa – embora tenha sido relatado que quando Maria foi informada, ela desmaiou. Maria foi enviada para o Hôtel de Cluny, onde ela passou a usar branco, a cor francesa do luto. Continuar lendo